NexusTwin Industrial Suite

Veja a falha antes de ela parar a fábrica.

Ligamos dados de produção, gémeos digitais e cibersegurança IT/OT para transformar sinais dispersos em decisões antecipadas — sem obrigar a substituir o ERP nem a parar a operação.

  • Piloto delimitado em 60–90 dias
  • Compatível com ativos legacy
  • Segurança desde a arquitetura
CYBERTWIN / NX-01 Operação ligada
SINAL / 04
Desvio detetadoRecomendação sujeita a validação operacional
ANÁLISE

Visualização conceptual com dados simulados. Os resultados dependem do processo, da qualidade dos dados e dos critérios definidos para cada piloto.

01Anteciparfalhas e desvios
02Otimizarprocesso e recursos
03Protegerredes e continuidade
04Demonstrarcontrolo e evidências

O problema real

A fábrica já produz dados. O desafio é fazê-los trabalhar em conjunto.

Quando produção, manutenção, redes e segurança vivem em silos, a equipa reage tarde. A NexusTwin cria contexto comum sem impor uma transformação “big bang”.

01

Paragens inesperadas

Identificar padrões de degradação antes da falha e priorizar a manutenção pelo impacto real no processo.

Sinal → previsão → intervenção planeada
02

Desperdício invisível

Relacionar variáveis de processo, qualidade e consumo para localizar desvios que as folhas de cálculo não mostram.

Contexto → simulação → decisão
03

IT/OT exposto

Mapear dependências, segmentar acessos e preparar recuperação sem perder de vista a continuidade da produção.

Inventário → proteção → evidência

Uma solução, três camadas

Da máquina à decisão, com segurança em todo o percurso.

NexusTwin Industrial Suite integra-se com a realidade existente e evolui por módulos. Começa-se pelo caso de uso com maior impacto e menor risco de adoção.

Identificar o primeiro caso de uso
01VER E CONTEXTUALIZAR

Gémeo digital ciberfísico

Recolhe e contextualiza dados de sensores, PLC, SCADA, manutenção e produção para representar o comportamento do ativo ou da linha.

  • IoT industrial
  • Ativos legacy
  • Modelação
02PREVER E TESTAR

Inteligência operacional

Deteta anomalias, simula cenários e apoia manutenção e otimização. Decisões críticas mantêm validação humana e limites definidos.

  • Anomalias
  • Previsão
  • Simulação
03PROTEGER E RECUPERAR

Cibersegurança industrial

Relaciona inventário, segmentação, identidade, monitorização, backups e resposta com a criticidade operacional de cada ativo.

  • IT/OT
  • Backups imutáveis
  • Resposta

Piloto de 60–90 dias

Provar antes de escalar.

Um ativo, uma linha ou um risco bem delimitado. O piloto termina com métricas, limitações e uma decisão informada: escalar, ajustar ou parar.

  1. 01 SEMANA 1–2

    Diagnóstico

    Ativos, dados, dependências, risco e objetivo de negócio.

    Saída: mapa e prioridade
  2. 02 SEMANA 2–3

    Desenho

    Arquitetura, integrações, segurança e critérios de sucesso.

    Saída: plano de piloto
  3. 03 SEMANA 3–10

    Implementação

    Ligação controlada, modelo, observabilidade e validação.

    Saída: caso de uso ativo
  4. 04 SEMANA 10–13

    Decisão

    Resultados, aprendizagem, risco residual e roteiro de escala.

    Saída: decisão documentada

O que medimos disponibilidade · qualidade · consumo · tempo de intervenção · risco

O que protegemos continuidade · acessos · dados · recuperação · rastreabilidade

Onde começar

Casos de uso escolhidos pelo impacto — não pela moda.

A prioridade depende do custo da paragem, da qualidade dos dados e da criticidade do processo. Estes são os pontos de entrada mais frequentes nas PME industriais.

METALOMECÂNICA

Antecipar desgaste em ativos críticos

Vibração, temperatura, ciclo e histórico de manutenção numa leitura operacional única.

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MOLDES E PRECISÃO

Detetar desvios antes da não conformidade

Relacionar parâmetros de processo com qualidade, estabilidade e rastreabilidade.

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ALIMENTAR E SETORES CRÍTICOS

Proteger continuidade e cadeia de frio

Monitorizar processo e fortalecer redes, acessos, backups e capacidade de recuperação.

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LOGÍSTICA INDUSTRIAL

Reduzir pontos cegos numa operação distribuída

Unificar sinais de equipamentos, stocks, integrações e risco da cadeia digital.

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NIS2 em Portugal

Conformidade começa por saber o que existe, quem depende de quê e como recuperar.

O Decreto-Lei n.º 125/2025 aprovou o novo Regime Jurídico da Cibersegurança, em vigor desde 3 de abril de 2026. O Regulamento n.º 756/2026 concretiza elementos de execução e o QNRCS.

O enquadramento depende do setor, dimensão, serviço e criticidade da entidade. Mesmo fora do âmbito direto, requisitos de clientes e cadeias de fornecimento podem exigir evidências de controlo.

BASE TÉCNICA PARA AGIR

Do requisito à medida operacional

  • Inventário e criticidade de ativos IT/OT
  • Gestão de risco, incidentes e continuidade
  • Backups e recuperação testada
  • Acessos, vulnerabilidades e fornecedores
  • Monitorização, resposta e evidências
  • Responsabilidades e formação

Fontes oficiais e referenciais:

DL 125/2025 Reg. 756/2026 CNCS / NIS2 NIST CSF 2.0 IEC 62443

Primeiro passo

Qual é a paragem, o desperdício ou o risco que mais pesa hoje?

Descreva um problema concreto. Na primeira conversa validamos o potencial do caso de uso, os dados disponíveis e se faz sentido avançar para diagnóstico.

01

Sem apresentação genérica. A conversa começa pelo processo e pelo impacto.

02

Sem compromisso de escala. Primeiro delimitamos e testamos.

03

Sem promessa artificial de ROI. Definimos como o valor será medido.

Emailcontacto@cyberfactory.pt

ÂmbitoPortugal e Espanha

FormatoRemoto, híbrido ou no local

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